About Zander Catta Preta

Sou Zander Catta Preta.<br /><br />Estou na quinta década de vida, carioca, desterrado em São Paulo. Conto as histórias que vivi como se fosse de outrem. E as histórias dos outros como se fossem minhas. Revelo o patético, o humano, o carnal das relações mais inocentes.<br /><br />Eu era alguém até ontem. Desde o nascimento fui diveresas pessoas, personagens, criaturas. Fato é que não quero ser coisa alguma. Estou sendo. Sou transitório, imperene, diáfano e efêmero.<br /><br />Quem eu sou? Um mistério em um livro aberto. Uma farsa, um travesti pós-moderno. Cobro em euros e dizem que eu beijo bem. Carla Bruni que o diga...<br /><br />Mas não sou feito de razões. Estas eu deixo para pagar as minhas contas. O que tenho para o mundo é minha veia aberta, o meu core sangrado e exposto.<br /><br />Ou não.

Public Notes


Recent Activity

  • Zander shared from a Personal Document
    Mas a era das massas pode ter ficado para trás e, com ela, a era da medicina de massas. À medida que soldados e trabalhadores humanos dão lugar aos algoritmos, pelo menos algumas elites podem chegar à conclusão de que não vale a pena prover condições de saúde melhores, ou de mesmo padrão, para massas de gente pobre e inútil; essas elites estão mais propensas a concentrar seus esforços em fazer o upgrade, acima da norma, de um número reduzido de super-humanos.
    Note: brasil, amanhã
  • Zander shared from a Personal Document
    No século XX a medicina beneficiava as massas porque aquele século abrigou a era das massas. Os exércitos do século XX precisavam de milhões de soldados saudáveis, e a economia precisava de milhões de trabalhadores saudáveis. Consequentemente, os Estados criaram serviços de saúde públicos para assegurar a saúde e o vigor dos cidadãos. Nossas maiores conquistas médicas foram a provisão de instalações higiênicas para as massas, as campanhas de vacinação em massa e a superação de epidemias em massa. Em 1914, a elite japonesa tinha interesse em vacinar os pobres e construir hospitais...
    Note: brasil, hoje
  • Zander shared from Subliminar: Como o inconsciente influencia nossas vidas (Portuguese Edition) by Leonard Mlodinow
    Chris Sizemore era um caso extremo, mas todos nós temos muitas identidades. Não apenas somos pessoas diferentes aos trinta e aos cinquenta anos como também mudamos no decorrer do dia, dependendo das circunstâncias e do ambiente social – e também dos nossos níveis hormonais. Nós agimos de um ou de outro modo quando estamos de bom ou de mau humor. Nosso comportamento é diferente quando almoçamos com o nosso chefe ou com subordinados. Estudos mostram que as pessoas tomam decisões morais diversas depois de assistir a um filme alegre,4 e que as mulheres, quando estão ovulando, usam roupas...
    Note: aceitar esses outros dentro de nós mesmos é a maior batalha de todas